domingo, fevereiro 14, 2016

RETRATO EM BRANCO E PRETO - DO ADMIRÁVEL CHICO


RETRATO EM BRANCO E PRETO 
DE CHICO BUARQUE PARA MEU BLOGGER.
AMOOOOO!

O QUE NÓS, MULHERES QUEREMOS DOS HOMENS?


O HOMEM ATUAL NÃO É O HOMEM DESEJADO
Mesmo para uma mulher idosa como eu.

Queremos muito mais do que um sexo fantástico, alguém para tomar umas cervejas e bater um papo descompromissado pela madrugada. Deixamos de ser a mulher de antigamente, mas ainda sim, preferimos os homens de outros tempos. O cavalheiro, que abre a porta do carro, o ouvinte que se deixa em segundo plano para aprender e entender o que se passa no nosso coração. Homens arrogantes e autossuficientes, que consomem mulheres como picanha de rodízio, têm curto prazo de validade em nossas vidas.
Por um mundo novo e por um homem à moda antiga, aí vamos nós, na nossa luta diária, sem perder as esperanças. Jamais.

Minha bisavó costumava dizer que já não se fazem homens como antigamente. Coitada, se ela estivesse viva, era bem capaz de cortar a frase pela metade. Características que antes eram tão marcantes no universo masculino, como o cavalheirismo e toda a gentileza e distinção para com nós, mulheres, hoje estão praticamente extintas da face da Terra. Então, a culpa é nossa e da nossa mania de igualdade, do feminismo, do mundo corporativo, da liberdade sexual, blá-blá-blá. A verdade é que tanto faz de quem é a culpa. Os homens não são mais os mesmos. E eu admito: as mulheres também não.
Crescemos. As nossas roupas já não se enquadravam mais. Arrancamos os sutiãs porque apertavam a nossa voz. Encurtamos as roupas e os cabelos. Fomos à luta pela liberdade de ser gente, antes mesmo de sermos mulheres. Crescemos tanto que já não cabemos numa forma de bolo. Hoje, ser mulher não é mais seguir uma receita de família. E isso assusta os homens — eles mesmos confessam.
Deixamos de pertencê-los, de ser propriedade ali, na ponta do lápis. Já não se fala mais da Maria do Antônio, da Ana do Zé ou da Joana do Fernando. Maria agora é executiva, já viajou para mais de 18 países, passou dos 35 anos e não quer ter filhos. Ana é arquiteta, se casou com outra mulher e tem uma menina. Joana é profissional autônoma, cuida dos irmãos mais novos e mantém os pais.
Conquistamos o nosso espaço no mundo, atuamos em carreiras que antes só podiam ser conduzidas por eles. Nos libertamos da obrigatoriedade da instituição do casamento. Fazemos sexo por vontade, assumimos as nossas taras e os nossos gostos. Independente de tudo isso, o tal do “direitos iguais” não dá aos homens o direito de nos tratar sem o mínimo de respeito. Cortesia, rapazes, nunca sai de moda.
Sabe, no fundo as nossas essências não deveriam mudar diante das novas condições. Foi-se o tempo em que o homem era apenas provedor e conquistador, assim como a mulher deixou para trás o papel consentido de uma figura frágil e dependente. A natureza protetora, cuidadora e cortês do homem ficou soterrada diante da postura rude de alguém que olha tão de igual para igual, que não percebe que nós, mulheres, permanecemos com a nossa estrutura lírica.
Buscamos afago, aconchego, um ombro para dividir os nossos dias cansativos e um peito para repousar a nossa cabeça inquieta. Não queremos alguém que pague as contas ou que nos deixe na porta de casa. Não! Isso nós podemos fazer sozinhas. Queremos um homem que nos leve para comer o que nós gostamos, alguém que ligue para saber se chegamos bem em casa, que perca o seu tempo em nos conhecer a fundo. Queremos um homem que saiba a nossa cor favorita, a nossa flor preferida, que note o quanto gostamos de anéis e porque preferimos brincos grandes. Queremos um homem que nos presenteie com livros e lingeries, que mesmo sem tempo encontra alguns segundos para dizer o quanto somos especiais, e que nós fazemos o seu dia melhor com o nosso sorriso. Isso não é romantismo; é ser amável, atencioso, gentil e educado.
É, minha gente, já não fazem mais homens como antigamente!
By Karen Cury - Cronista
O homem que chegou ao século XXI também é outro. Descolado, antenado, sensível, frequenta academia, bebe caipirinha de sakê com frutas vermelhas, cuida do corpo, do cabelo e da saúde, dá conselhos às amigas, ouve lounge, compra cosméticos, estuda idiomas e também ama. E o pior que os idosos também seguem a linha "Young Man", não ligando para alguém de sua idade.

sexta-feira, janeiro 01, 2016

CENTENÁRIO DE MEU PAI - DR. ASTÔLPHO



EM 04 DE ABRIL DE 2010 – NASCIA UM GRANDE HOMEM, UM GRANDE MÉDICO!

Nesse dia, comemoramos o centenário de nascimento de nosso pai, amigo, médico Dr. Antônio Astôlpho dos Santos.
Um homem de valor incomensurável devido à sua conduta nessa vida que teve oportunidade de viver.
Honesto, de personalidade forte e amorosa. Esposo fiel e pai extremoso.
Dedicou-se ao bem-estar de sua família e à medicina que eram seus tesouros.
Teve muitos amigos que gostavam de conversar, de ouvir seus conselhos.
Na medicina, dedicava-se de maneira sobrenatural, pois se empenhava em descobrir os males que afligiam seus pacientes a fim de lhes proporcionar a cura, o conforto até espiritual.
Católico, rezava o terço todos os dias e lia a Bíblia por diversas vezes.Amigo e médico dos padres da cidade de Jequié.
Ao ter um caso de difícil diagnóstico, ele pedia ajuda a Deus para esclarecer aquela doença e poder curá-la. Estudava noites sem parar até encontrar um caminho para seguir naquela patologia que afligia um paciente.
Nunca vimos um médico tão dedicado aos seus pacientes que tinha o maior zelo e atenção.
Sanitarista naturalmente vacinou contra a varíola até em lugares que só poderia ir a pé ou a cavalo. Participou da primeira vacinação contra a paralisia infantil – a SABIN.
Empenhou-se nos tratamentos da Esquistossomose e da Leishmaniose e obteve curas graças a seus estudos intensos sobre essas e outras doenças.
Foi parteiro, ginecologista, clínico geral, laboratorista, e solicitava fórmulas quando não encontrava o medicamento apropriado para uma doença. Essas eram algumas das suas especialidades.
Apenas um pequeno resumo da vida desse grande médico, pai, esposo.
Pedimos a Deus que o conserve em sua Glória junto à sua amada esposa,seu filho Hugo, seus parentes queridos e amigos que também se foram.
Meu querido Pai!!
Amém.



Coisas antigas que "recoisei" aqui!



MEU PENSAMENTO
09/01/2009 – SALVADOR – 6ª FEIRA – 20 h: 12 min

Meu pensamento vagueia e não para
Não desmancha
Não apaga
Aquele nome que amo
Aqueça pessoa que me fez feliz
Por momentos
Que foram intensos
Que foram mágicos.

E me entristece
Não porque ele se foi
Mas porque nada represento... Representei...
Uma pedra é mais significante

Eu...Nada!


“RECEITA DO ANO NOVO
Para você ganhar um belíssimo Ano Novo não precisa fazer listas de boas intenções para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependimento pelas besteiras consumadas.
Nem parvamente acreditar que por decreto da esperança a partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, direitos respeitados começando pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo que mereça esse nome, você meu caro, minha cara, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que isso não é fácil, mas tente, experimente consciente.
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.”


Eu por mim mesma!

Hoje estou um pouco saudosa dos momentos lindos que tive na vida. Saudosa porque não posso voltar atrás para segurar tudo àquilo que passei de bom, de mágico, de maravilhoso!Tem dias assim.
Eu nem me lembro de quando comecei pintar meus cabelos: ameixa, laranja, vermelha e agora loira.
Minhas rugas? Por incrível que pareça aos 60, tenho poucas só uns pezinhos de galinha e de expressão. Sou gordinha, a pele estica!
Rsrsrs!
Queria ter um amor de cinema, aliás, quero!Mas... É sonho!
Cuido das minhas unhas, hidrato meu corpo e uso perfumes... Adoro! Fico cheirosa! Cheirosíssima!
Sou vaidosa, mas na medida certa, sou gordinha nem tenho como ser muito!
“Enfim os anos passam e as marcas que eles deixam em nós, não têm como conter”.
Nem pretendo isso.
“Acho que cada marca que meu corpo carrega tem uma linda história”.
Minha idade, não adiantaria falar que tenho trinta e cinco e apresentar uma filha de vinte e dois.
Metade deles, bem vividos, os outros sofridos.
Esta sou eu! 
Ió do coração!






terça-feira, dezembro 22, 2015

Minhas Amigas...meu Carinho e minha Gratidão

UMA DAS MELHORES COISAS NA VIDA DE UMA MULHER É TER AMIGAS. AMIGAS CUIDAM DA ALMA dE REBECA BEDONE. 


Dizem que algumas mulheres costumam se vestir para outras mulheres, e que entre elas há mais competição do que cumplicidade. Por isso, preste atenção. Fique bem longe de quem se aproxima de você para lhe derrubar. Não tenha interesse em quem olha suas conquistas com inveja. Esse tipo de mulher não é amiga. Isso é falsidade.
A amizade é um relacionamento que deve ser construído como qualquer outro, com tolerância, confiança e perdão. Com boa vontade, autenticidade e muitas risadas. Meninas, moças ou mulheres mais velhas, todas elas deveriam ter pelo menos uma boa amiga durante a sua vida.
As nossas primeiras amigas continuam com a gente mesmo depois da distância e do tempo. Algumas se perderam da convivência, mas moram nas histórias da adolescência que estão guardadas na caixinha de música dos quinze anos: os amores platônicos e o primeiro namorado, a escolha da profissão e a formatura do Terceiro Colegial.
Outras amizades da infância estão presentes até hoje. Mesmo com a correria do dia a dia e morando em cidades diferentes, as amigas dão um jeito para manter forte o laço que as uniram tantos anos atrás.
Essas amigas nem sempre têm o mesmo estilo de vida e os mesmos sonhos. Enquanto a solteira diz que não quer se casar, a outra conta que seu casamento foi a melhor coisa que lhe aconteceu. E isso acontece porque uma amiga ouve a outra com sinceridade, e ambas sabem que a vida não deve ser uma eterna competição para ver quem é mais feliz.
Amigas torcem pela felicidade uma da outra. Por onde andam, carregam as lembranças e a saudade de quem se faz especial: a amiga da faculdade, do primeiro emprego, da época do doutorado; aquela do condomínio, a mãe do amiguinho do filho, alguém que conheceu em uma viagem.
Essa é uma verdade: uma das melhores coisas na vida de uma mulher é ter amigas. Quando estou pra baixo, minhas amigas me levantam, e vice-versa. Nas horas mais difíceis, as amigas têm certeza de que ainda existe algo pelo que acreditar.
Amigas curtem falar bobagem e comer doces. Elas falam de seus amores e suas dores. Costumam rir bastante quando estão juntas. E, também, desabafam seus medos. Algumas vezes, também choram.
Por isso, não importa a idade que você tem, nem o seu estado civil. Se estiver se sentindo perdida, é porque talvez esteja precisando de uma amiga.

www.revistabula.com


sexta-feira, outubro 30, 2015

MINHA FAMÍLIA ITALIANA ORIOLI QUE BUSCO SABER AS ORIGENS,

Brasão da família Orioli

Pistoia/Toscana/Italia

Ravenna/Italia

Ravenna Italia


Minha família italiana Orioli

O primeiro a chegar no Brasil, vindo da Família antiga e muito nobre, chamado Oriolo ou Orioli, originalmente de Pistoia, Toscana, rapidamente se espalhar, ao longo dos séculos, em diferentes regiões da Itália e, com um determinado foco, em Ravenna. Esta família, no desenrolar das décadas, sempre conseguiu produzir uma série de homens ilustres que fizeram seu nome no serviço público, nas profissões e serviço eclesiástico e militar.
Existe o brasão da família Orioli.
É de prata, a estrela de oito pontas de vermelho, acompanhado de duas faces banda de ouro crescentes, a um no cantão direito da cabeça e um no cantão deixou dedo do pé, e dois sinos colocado na barra preta , um no cantão esquerda da cabeça e outro no cantão da ponta direita.
Descobri que no Museu da Imigração há referências sobre membros da família Orioli:

Tombo: A0000710 Data Limite: 22/10/1914 - 13/11/1914 Documento
Digitalizado
Denomina¸ão: CARTA DE CHAMADA Assunto: RETORNO DE IMIGRANTE JÁ ESTABELECIDO
Título: CERTIFICADO Origem: MOGLIA
Descrição: CERTIFICA QUE FERDINANDO ORIOLI (OU ARIOLI) RETORNA AO BRASIL AFIM DE UNIR-SE À SUA FAMÍLIA. LÍNGUA ITALIANA."

Pistoia é uma comuna italiana da região da Toscana, província de Pistoia, com cerca de 83.936 habitantes. Estende-se por uma área de 236 km², tendo uma densidade populacional de 356 hab/km². Faz fronteira com Agliana, Cantagallo (PO), Granaglione (BO), Lizzano in Belvedere (BO), Marliana, Montale, Piteglio, Porretta Terme (BO), Quarrata, Sambuca Pistoiese, San Marcello Pistoiese, Serravalle Pistoiese.[1] [2] [3]

Nela se localiza o Cemitério de Pistoia, onde foram enterrados os soldados brasileiros da Força Expedicionária Brasileira - FEB que lutaram ao lado dos Aliados na Segunda Guerra Mundial.[1] [2] [3] Anos depois os corpos foram transferidos para o Aterro do Flamengo, mas em Pistoia permanecem as placas com os nomes.

A cidade é a terra natal do Papa Clemente IX, que liderou a Igreja Católica entre 1667 à 1669.

Vieram para o Brasil Tomazio del Coronati Orioli e sua família.Depois de um problema político o qual foram banidos e em 1915 foram perdoados mas já estabilizados em Salvador não quiseram retornar para reaver seus pertences e seus títulos, pelo menos os que moravam em Salvador.
Família Orioli em Salvador e Maragogipe/Bahia:

1. Tomazio teve uma filha por nome Maria Anunciata Erane Orioli que entre os filhos, Rosa Maria Erane Orioli casou-se com o baiano Gustavo Astolpho dos Santos, antes Gonçalves, nome trocado para não haver problemas de identidade na firma de charutos em Maragogipe.
Tiveram 5 filhos: Antonio Astolpho dos Santos, Justo Astolpho dos Santos, Julio Astolpho dos Santos, Oscar Astolpho dos Santos e Clotilde Astolpho dos Santos.
Antonio teve dois filhos: Ruy e Ivo Astolpho.
Justo teve dois filhos: Antonio e Orivaldo Astolpho.
Julio não sei quantos filhos teve mas por causa de problemas familiares veio morar em Jaguaquara.
Oscar teve dois filhos Urânia e outro que não sabemos o nome e foi morar em São Paulo. Mistério também.
Aí está mais ou menos a origem da família italiana de nosso pai, Antonio Astolpho dos Santos.
Parte da família Orioli está na cidade de Ravena é uma comuna da província homônima, na região da Emília-Romanha, na Itália.[1] [2] [3] Possui 144 457 habitantes. Estende-se por uma área de 652 km², tendo uma densidade populacional de 221,56 hab/km².

É tudo que consegui. Há muitos descendentes da família Orioli. Mas não consegui ainda chegar aos nossos parentes diretos.

segunda-feira, outubro 26, 2015

RUGAS UM SOCO NA FACE!



Parei antes de começar a me sentir presa em grades da falta da auto-estima, quando me deparei com rugas e o envelhecimento da minha pele, principalmente do rosto. O que fazer para não me deprimir, pensei! Rugas são marcas que o tempo faz com raiva da gente? Ou são marcas para demonstrar que vivemos com intensidade? Penso que devo me amar muito mais e procurar amenizar essas rugas e esse envelhecimento. Já tenho 68 anos e se continuar a viver elas se intensificarão. E eu quero viver! Então pensei: Nada de deixar me envolver pela baixa-estima e procurar um jeito de não me sentir feia ao me olhar no espelho!
Posso não ser linda mas o que vale é o que faço para me sentir de bem com a vida: AMAR!


terça-feira, setembro 22, 2015

A DIMENSÃO DE MEU AMOR POR MINHA MÃE



A Dimensão do Meu Amor
Em 19/04/2004, por Ió.

“Não tenhamos ilusão. Tudo nesse mundo é mesquinho. Procuremos viver sempre, na presença de Deus, pois ele nos pedirá contas no último dia”. 
Palavras de Zenóbia Rebouças dos Santos 

Mãe!
Hoje, 19 de abril de dois mil e quatro,
Tomo conhecimento, por isto manifesto neste escrito,
A dimensão do meu grande amor,
Por você, Mãe!

Antes, Mãe, eu sabia que te amava.
Antes, Mãe, eu sabia o quanto era grande a sua importância.
Hoje, Mãe, chorei tanto sua ausência.
E clamei muita sua presença.

Mãe!
Alguns me dizem, pra me consolar,
Que não devo tecer este sentimento...
Mas, Mãe, o amor é enorme...
Sua falta é maior no pensamento, nas atitudes...
Não consigo parar de chorar.

Sei que um dia até vou me consolar
Sei que vou até me acostumar...
Mas a dimensão do meu amor

Este sim, nunca vai terminar.



terça-feira, agosto 18, 2015

CRÔNICAS DE UMA RECEITA...DONA-DE-CASA MODERNA - Alex Ferraz





Receitas para dona-de-casa moderna

(Crônica do jornalista Alex Ferraz daTribuna da Bahia)

1.       JAPÃO DE CENTEIO – Ingredientes: duas xícaras de letras de câmbio do BRASILINVWST; Meia dúzia de trens-balas, centeio à vontade. Modo de preparar: misture as letras de câmbio com o centeio e depois adicione os trens-balas, moídos. Leve ao forno por meia hora, quando a leve Tóquio, você sentirá que o pão está bom.
2.       PAGO PAVÊ – Ingredientes: três xícaras do leite doado pela Nova República para os pobres; quatro doses de vacina antipólio; quatro rendas per capita de 4 mil dólares; duas tabelas da SUNAB cortadas em tiras. Modo de preparar: arrume as tabelas no fundo do recipiente, derrame o leite por cima, salpique com doses da vacina e cubra tudo no meio dos preços congelados, por cerca de duas horas.
3.       SUFLÊZÃO PAULISTA – Ingredientes: um debate na TV onde o mediador fala tanto que tem que ser mediado pelos debatedores: quatro doses de “JÂNIO” (suave ou tinto); meio-campo de concentração para presos; fermento marca “Montoro”. Modo de preparar: misture deixando de lado apenas o “JÂNIO”, que deve ser adicionado aos poucos, mexendo bem. Enquanto mexe, ajuda bastante pronunciar palavras do tipo “corrupto”, “cara-de-pau”, ”louco” e cinco “é a mãe”. Deve ser levado ao forno envolto numa pesquisa do IBOPE/REDE GLOBO.
4.       BOLO DE NÓS - Ingredientes: meio quilo de “farinha pouca meu pirão primeiro”, um pacote de leite comprado no câmbio “negro”; duas pitadas de “venha a nós tudo, ao vosso reino nada”; duas xícaras de “funarinha” de trigo. Modo de preparar: misturar os ingredientes e levar a um forno de lenha, lembrando sempre de só puxar a brasa para a sua sardinha. Depois de pronto, recuse qualquer proposta de divisão do bolo e coma-o por inteiro. Isso deixará você em forma.
5.       MOQUECA DE POVO – Ingredientes: 250 gramas de promessas de políticos em campanha; meio quilo de ditos populares do tipo: ”devagar e sempre”, “cada um tem o que Deus lhe deu” e “estando com saúde, está com tudo”; dois projetos para desenvolver o NORDESTE; quatro conjuntos residenciais do BNH na periferia e, é claro, boa quantidade de povo (nesta época de campanha eleitoral, pode ser recolhido nas praças, de bobeira). Modo de preparar: salpique o povo com as promessas dos políticos, embrulhe-o com os projetos para o Nordeste e deixe passar cinco dias nos conjuntos do BNH, sem sair. Depois, é só cobri-lo com os ditos populares. Dendê à vontade.
6.        
​FILÉ MAU PASSADO - Ingredientes: carne importante do passado duvidoso; cebolas jogadas fora no Rio São Francisco; pimenta nos olhos dos outros; farofa. Modo de preparar: Assayad o filé de leve, depois de descongelar a carne no forno de uma siderúrgica próxima, colocar as cebolas e ligar o ventilador na farofa.
​   Durma com um barulho desses!​


sexta-feira, junho 12, 2015

UM DIA NA MATERNIDADE PERPÉTUO SOCORRO...





LEMBRANÇAS DOS MOMENTOS VIVIDOS POR MIM...
 EM 18.11.2003  - Jequié/Ba.

Internamento de minha mãe no Hospital Perpétuo Socorro.    
    Minha mãe nunca deixou nada interferir em seu amor por Deus. É   um amor que flui e que faz esperar com toda dignidade os             desígnios de Deus sobre ela. Tem esperança e fortaleza.
    Minha mãe é a manifestação  espontânea da compreensão e consideração  pelas necessidades alheias. Ela é livre de interesses excessivos e sabe discernir sobre o melhor caminho e os meios mais corretos  para percorrê-los.
    Minha mãe é liberal porque respeita seu semelhante em seus direitos, sempre ajudando os fracos e socorrendo os aflitos.
    Minha mãe acredita que se louva a Deus, não só pela oração, porém, pelos atos e que a verdadeira fé se manifesta através do amor e da dedicação do espírito de cada um em manter a fé acesa.

19.11.2003
Minha mãe é a doçura de Maria Santíssima, Nossa Senhora Mãe de Deus e Mãe de Jesus. Minha mãe recebe as graças da Mãe de Deus e as imprime nos corações de seus filhos, parentes e amigos para que eles amem cada vez mais  esta Mulher ímpar e bem-aventurada e que  lhe ensinou em sonhos a rezar e a meditar o Rosário de Ouro,brilhante como o Sol.
Minha mãe, minha doce amiga, que nunca me faltou e minhas necessidades, nas minhas horas de angústia. Até em meus pensamentos, ela sempre esteve presente me auxiliando. E como foi constante em toda a minha vida. E é!
Minha mãezinha,  espero tanto de você, mesmo depois, junto de Deus que a senhora jamais se esqueça dessa sua filha e jamais me abandone, pois sempre, sempre precisarei da senhora, por toda a minha existência.
Minha mãe siga o seu destino com todas as bênçãos de Deus, Jesus e Maria Santíssima e que o Espírito Santo seja sempre a sua luz. E que esta luz nunca se apague.
Que sai bênção me acompanhe e a todos os seus filhos, netos e bisnetos e todos aqueles que a senhora ama.
     
ESTAS FORAM PALAVRAS SENTIDAS NOS DIAS EM QUE COMEÇOU A FINALIZAÇÃO DA VIDA DE MINHA MÃE... E ASSIM FICOU ATÉ 28 DE MARÇO DE 2004, QUANDO FOI EMBORA E NOS DEIXOU PARA SEMPRE, MAS NUNCA EM NOSSOS CORAÇÕES E PENSAMENTOS.


MEU PENSAMENTO






MEU PENSAMENTO
09/01./2009 – SALVADOR – 6ª FEIRA – 20H: 12MIN


Meu pensamento vagueia e não para
Não desmancha
Não apaga
Aquele nome que amo
Aqueça pessoa que me fez feliz
Por momentos
Que foram intensos
Que foram mágicos.

E me entristece
Não porque ele se foi
Mas porque nada represento... Representei...
Uma pedra é mais significante

Eu...Nada!


MEUS SONHOS




SONHO MEU 
EM 29 DE MAIO DE 2010 POR AÍ...

Sonhei que eu havia encontrado no apartamento de uma amiga de Jequié, minha vizinha  Miriam, lá na Vitória. Por fora do prédio havia um muro alto de tijolos aparentes, daqueles blocos grandes. Entrei e vi o filho dela mais novo, Xá. Dentro do prédio, em vez de ter um playground era um terreno enorme de terra vermelha e tinha uma casa tipo bangalô em um canto do terreno, A casa era bonita. Os netos dela brincavam num parquinho. Notei que não havia muro dentro do terreno e sim u despenhadeiro  que lá em baixo além de uma floresta, estava o mar; Num canto do mar formou uma bacia de águas azuis onde as pessoas tomavam banho. No entanto, o mar atrás dessa bacia era assustador por que era profundo e cheio de ondas.
Eu fiquei assustada ao ver que as crianças brincavam com o risco de caírem lá em baixo. O terreno era em forma de circunferência. Na frente, tinha o parque. Minha cunhada Deyse queria tomar banho de mar. Só que eu não via como se chegar embaixo. Que agonia, que medo!
Depois saí para ir embora quando vi na parte frente uma avenida a beira-mar. Onde o mar era calmo e ao mesmo tempo agitado. Havia poças e perto muitas ondas fortes. Achei melhor não tomar banho, mas sei que tomei pois me vi molhada dentro de uma poça na praia. Saí e chamei as pessoas para saírem também. Agora não me lembro de mais nada. Porém senti muita angústia nesse sonho. Muita agonia e medo do mar.
Como interpretar? Só Jung explica?



GENTILEZAS E SENSAÇÕES




SEJA GENTIL... HOJE E SEMPRE!
(Repetir durante uma semana a sequência abaixo)
AFIRMAÇÃO MATINAL -> Para ser gentil com os outros, tenho de ser gentil comigo mesmo. Devo perdoar minhas limitações e inseguranças e cultivar tudo aquilo que de tenho de bom.
DIANTE DO ESPELHO MENTALIZE -> Hoje, meu rosto vai transmitir força, paz e alegria de viver.
DIGA A SI MESMO -> Hoje vou expressar  afeto por meio dos meus gestos. Vou perceber o outro como eu gostaria de ser percebido. Faça isso sem esperar absolutamente nada em troca.
FAÇA UM DIÁRIO NOTURNO -> Escreva ou medite sobre como foi incluir a gentileza em seu dia. Por exemplo, “dei aos outros  atenção e compreensão quando...” Outro exemplo, “ agora sei em quais situações não consigo ser gentil e vou fazer o que puder para melhorar”.
 REGISTROS SENSORIAIS PODEROSOS
A visão, a audição, o tato, o olfato e o paladar nos permitem captar processos e compreender a realidade que nos cercam. Se não prestarmos atenção, esse processo sofre perdas e não armazenamos na memória as informações mais preciosas -> isso só depende do nosso grau de atenção.
Olhos -> podem registrar cerca de 864 mil imagem por dia.
Ouvidos -> podem distinguir 400 mil sons diferentes.
Paladar -> pode sentir cerca de 1 milhão de sabores.
Tato -> só nos dedos das mãos, podem ser notado 6 impressões táteis de uma só vez.
Olfato -> é o mais importante para a memória, porque está diretamente relacionado ao hipocampo -> centro de informação dos mapas mentais e ao sistema límbico que processa as emoções.
Não é por acaso que os aromas despertam sensações de alerta, paz, conforto, incômodo, prazer ou repulsa.
As pessoas que  não interpretam o cheiro, limitam-se a classificá-los de bom ou ruim.
Estimule o olfato, note o cheiro cítrico, doce, azedo, suave... Repare nos exóticos e guarde na memória.






A MINHA SOLIDÃO







A MINHA SOLIDÃO
09/01/2009 – 6ª feira – 20h02min.

A solidão quer me invadir
Hoje, precisamente, sinto-me muito só.
E não é uma solidão qualquer...
É específica!
Uma solidão de uma mulher
Que deseja...
Que precisa ser preenchida
Não só no corpo...
Mas dentro de sua alma!

Bastava uma simples compreensão...
Uma simples palavra...
Um simples telefonema...

No entanto, não existe o outro lado.
Só e apenas o meu lado,
Que anseia que espera.
Ando cansada de esperar.
Parece um grande pesadelo

Em que eu nunca acordo... ...


UMA FAMÍLIA MISTERIOSA...

Antônio Astolpho dos Santos 
Meu pai aos 23 anos

LEMBRANÇAS DE UMA VIDA
SALVADOR, 11 DE FEVEREIRO DE 2011

Lembranças que vem e que vão à procura do que aconteceu ao longo dos anos desde antes que eu saiba da minha concepção.
Fico a imaginar como tudo aconteceu até chegar a mim e meus irmãos. É uma trajetória difícil que só posso pensar “fertilmente” sobre esse legado... E vamos lá para os tempos que já lá vão.
Disseram alguns parentes até já falecidos, que ao terminar a monarquia na Itália, o que é um pouco fictício, porque não tenho a certeza em documentos, fatos e fotos de nada. Creio que pelos anos de 1815  ou antes uma família de nobres da Toscana, barões se não me engano, foi forçada a deixar a Itália para ir banida para a Turquia. Minha prima Glafira Astolpho disse que o  patriarca Tomazio Delcoronatti Orioli  com sua família pegaram um navio que pela mão do destino,  veio dar no Brasil, em Salvador/Bahia. (Tenho tanta curiosidade em saber a verdade).E de acordo com a minha imaginação, foram para Maragogipe. Não sei quantos filhos vieram e se ficaram todos aqui. Penso que não, pois há essa família Orioli no sul do Brasil. Lá a minha trisavó Maria Anunciatta Erane Orioli  teve uma filha por nome Rosa que se casou com um comerciante de charutos, Gustavo Astolpho Gonçalves.
Por causa da firma de charutos, o sócio dele achou por bem tirar o nome Gonçalves. Na certidão original de nascimento de meu pai tem um adendo que diz que o seu avô Gustavo chamava-se Gustavo Astolpho Gonçalves e para não ter duplicidade de nomes retiraram o Gonçalves e colocaram o nome dos Santos, ficando Gustavo Astolpho dos Santos. Meu bisavô teve 5 filhos Antônio, Júlio, Justo (meu avô), Oscar e Clotilde. Não sei dizer quem era mais velho ou mais novo. Júlio se desligou da família porque se converteu em protestante coisa que a família muito católica não aceitou, então ele foi morar em Jaguaquara. Porém não sei se manteve o sobrenome porque nunca ouvi falar dele, a não ser meu pai que mantinha uma amizade com ele quando foi morar em Jequié, muitos anos depois. Sendo médico de toda a família desse tio meu.
Antônio Astolpho dos Santos, retirou o sobrenome dos Santos, ficando só Astolpho, era casado mas não sei qual era o nome da mulher dele, teve dois filhos Ivo e Ruy. Tio Ivo casou-se duas vezes, sendo que com primeira teve uma filha, que não sei o nome, e que atualmente morava em Ilhéus. Com a segunda mulher, acho que Maria, ele teve 5 filhos Letícia, Ivo, Uriel, Islan,Antonio Ivo e Mariva. Tio Ruy casou-se com tia Bazinha (não sei o nome dela) e teve dois filhos um menino Gabriel que morreu criança e Glafira que morreu solteira aos 80 anos.
Justo Astolpho dos Santos, não retirou o sobrenome dos Santos,  e casou-se já mais velho, com uns 34 anos. Ele era caixeiro-viajante e numa dessas viagens em Bom Jesus da Lapa conheceu minha avó, Carolina Ribeiro de Magalhães então com 13 anos  e vieram morar em Salvador. Aos 14 anos minha avó teve meu pai, Antônio Astolpho dos Santos e no ano seguinte teve meu tio Orivaldo que não manteve o sobrenome dos Santos, pois não gostavam desse sobrenome.
Não sei por que meu pai não optou pela retirada do sobrenome dos Santos.
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Reparem que tudo nessa família era misterioso.
Meu avô Justo morreu prematuramente, deixando meu pai com 9 anos e meu tio Valdinho como era chamado com 8 anos. Minha avó foi para Bom Jesus da Lapa  com meu tio Valdinho e meu pai, ficou sendo educado pelos tios Oscar e Clotilde, que eram seus padrinhos. Tia Clotilde era conhecida por Dindinha. A educação de meu pai era rigorosa, cheia de etiquetas e religiosidade. Enquanto a educação de meu tio Valdinho foi mais leve.
Oscar Astolpho dos Santos era um senhor bonito meio calvo, olhos azuis e era o pai de tia Urânia. Ele teve outro filho, que também é outro mistério, que só tia Urânia, hoje com 90 anos, sabe e não quer saber de contar. Esse filho foi para São Paulo, mas não sabemos o nome dele e nem de seus descendentes. Mas um ramo que se perdeu da árvore genealógica.
Clotilde Astolpho dos Santos era solteira, magrinha, muito bonita, cheia de etiquetas e tradições. Cuidou de meu pai como se fosse seu filho, dando-lhe uma educação e formação criteriosa, pois meu pai era um homem simples, de caráter e moral acima de tudo. Ele  trabalhou desde os 12 anos no telégrafo, emprego conseguido por nomeação pelo primo Ruy Astolpho, à noite e estudando durante o dia. Ficou sendo arrimo de família.  Tio Ruy era como um irmão para meu pai. Um homem bom e bonito. Magrinho, festeiro e alegre até que perdeu seu filho. Ficando revoltado e tornou-se ateu. Lembro-me bem dele, que me chamava de turista de Jequié. Gostava de cachorro e tinha um por nome Molequinho. Meu pai amava esses parentes e me lembro de quando meu tio Ruy morreu de derrame, depois de tomar um comprimido de AAS para dor de cabeça aos 70 anos e quanto meu pai sofreu. Meu irmão Ruy tem esse nome em homenagem a meu tio. Desde então tenho medo de tomar AAS.
Tio Ivo quando ficou muito doente pediu a meu pai para tomar conta de uma de suas filhas, Islan, que era afilhada de meu pai e de minha mãe. Tia Nanan, como a chamamos, é uma irmã querida que temos. Ela foi para nossa casa com 12 anos. Seus irmãos também foram para casas de outros parentes. E com tia Urânia ficou Mariva.. Os outros, acho que foram para Castro Alves. Mariva e Ivo já faleceram, moravam aqui em Salvador. Letícia está bem velhinha e mora na Federação. Uriel não sei.  e Antônio Ivo mora com sua família em Simões Filho.
Meu tio Valdinho casou-se com Ismênia e tiveram 4 filhos Rosa Maria, Antônio Astolfo, Ana Maria e Orivaldo. Rosa Maria quando meu tio morreu foi passar uns dias lá em casa em Jequié, e lá conheceu Paulo Bitencourt e casou-se com ele aos 15 anos. Já grávida foi acometida pelo vírus da paralisia infantil, ficando paralítica das pernas. Mesmo assim teve 4 filhos. Rita, Cristina, José e Rosana. Orivaldo teve diabetes juvenil e morreu jovem deixando 2 filhas. Ana Maria tem filhos e Antônio Astolfo  perdeu uma filha recentemente num assalto. Não sei quantos filhos ele tem. Alguns deles se afastaram de nós. Não sei o motivo. É outro mistério!
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Meu pai, Antônio Astolpho teve uma vida simples e honrada. Conheceu minha mãe em Santa Inês, quando foi trabalhar no Telégrafo de lá pelos idos de 1928. Minha mãe tinha  14 anos e era segundo ele muito linda e uma rosa não seria mais que ela. Isso eu ouvi de minha mãe. Ficou noivo e voltou para Salvador para trabalhar e conseguir meios para se casar. Ficaram mais ou menos seis anos noivos, comunicando-se apenas por cartas frequentemente duas a três vezes por semana, pena que eu nunca tive acesso a aquelas cartas. Em 1934, ele pode enfim se casar e enviou uma carta para minha mãe se aprontar, pois já tinha conseguido comprar uma casinha para eles. E em 26 de dezembro de 1934 eles se casaram e foram morar em Salvador. Lá, tiveram três dos seis filhos, Maria, Consuelo e Antônio. No ano de 1942, ele se formou em medicina pela Faculdade de Medicina da Bahia, lá na Praça da Catedral. Nesse ínterim teve duas propostas que definiriam suas vidas... A primeira, vinda do colega de Telégrafo e também médico, Juscelino Kubistchek convidando-o para ir morar em Diamantina, Minas Gerais. E a outra de meu avô Juca Rebouças para fixar residência em Jequié. Optou pela segunda e então em 1943 mudou-se com a família Jequié, onde eu e meus dois irmãos Ruy e Hugo nascemos.
Bem...agora aqui começa outra história!