domingo, janeiro 29, 2017

De Hildegard Angel para D. Marisa Letícia Lula da Silva

Uma justa homenagem à D. Marisa Letícia Lula da Silva.
Peço licença à jornalista Hildegard Angel para reproduzir aqui em meu blog sua homenagem à D. Marisa Letícia Lula da Silva.
Bato palmas em primeiro lugar a essa mulher injustamente ultrajada por pessoas mesquinhas e sem noção de ética...Gente preconceituosa e mal-educada que distrata pessoas por não serem riquinhas e metidas a chiques...como tantas dessas  pessoas inescrupulosas existentes por aí. E em segundo lugar bato palmas para Hildegard Angel uma pessoa fina, educada que reconheceu a indignidade, a mesquinhez  que fizeram com D. Marisa por toda sua trajetória durante os mandatos de Lula e agora em sua enfermidade...Uma falta de respeito ao ser humano.
Por Hildegard Angel -

"EXCEDENDO O NÚMERO DE 11 MIL ACESSOS AO MESMO TEMPO, O QUE PROVOCOU SEU ‘TRAVAMENTO’, REPRODUZO AQUI O MEU TEXTO PUBLICADO EM  “MARISA LETÍCIA LULA DA SILVA: AS PALAVRAS QUE PRECISAVAM SER DITAS”, O QUE DEU MOTIVO A ESTE “ENGARRAFAMENTO VIRTUAL”.

O PROBLEMA NÃO SE REPETIRÁ, POIS ESTE BLOG DORAVANTE TERÁ ACESSO ILIMITADO"


"“Marisa Letícia Lula da Silva: as palavras que precisavam ser ditas” – foi publicado originalmente no site de Hildegard Angel.
A procura por ele foi tão grande – 11 mil acessos ao mesmo tempo – que o site saiu momentaneamente do ar.
Foram oito anos de bombardeio intenso, tiroteio de deboches, ofensas de todo jeito, ridicularia, referências mordazes, críticas cruéis, calúnias até. E sem o conforto das contrapartidas. Jamais foi chamada de “a Cara” por ninguém, nem teve a imprensa internacional a lhe tecer elogios, muito menos admiradores políticos e partidários fizeram sua defesa. À “companheira” número 1 da República, muito osso, afagos poucos. Ah, dirão os de sempre, e as mordomias? As facilidades? O vidão? E eu rebaterei: e o fim da privacidade? A imprensa sempre de olho, botando lente de aumento pra encontrar defeito? E as hostilidades públicas? E as desfeitas? E a maneira desrespeitosa com que foi constantemente tratada, sem a menor cerimônia, por grande parte da mídia? Arremedando-a, desfeiteando-a, diminuindo-a? E as frequentes provas de desconfiança, daqui e dali? E – pior de tudo – os boatos infundados e maldosos, com o fim exclusivo e único de desagregar o casal, a família? Ah, meus queridos, Marisa Letícia Lula da Silva precisou ter coragem e estômago para suportar esses oito anos de maledicências e ataques. E ela teve.
Começaram criticando-a por estar sempre ao lado do marido nas solenidades. Como se acompanhar o parceiro não fosse o papel tradicional da mulher mãe de família em nossa sociedade. Depois, implicaram com o silêncio dela, a “mudez”, a maneira quieta de ser. Na verdade, uma prova mais do que evidente de sua sabedoria. Falar o quê, quando, todos sabem, primeira-dama não é cargo, não é emprego, não é profissão? Ah, mas tudo que “eles” queriam era ver dona Marisa Letícia se atrapalhar com as palavras para, mais uma vez, com aquela crueldade venenosa que lhes é peculiar, compará-la à antecessora, Ruth Cardoso, com seu colar poderoso de doutorados e mestrados.
Agora, me digam, quantas mulheres neste grande e pujante país podem se vangloriar de ter um doutorado? Assim como, por outro lado, não são tantas as mulheres no Brasil que conseguem manter em harmonia uma família discreta e reservada, como tem Marisa Letícia. E não são também em grande número aquelas que contam, durante e depois de tantos anos de casamento, com o respeito implícito e explícito do marido, as boas ausências sempre feitas por Luís Inácio Lula da Silva a ela, o carinho frequentemente manifestado por ele. E isso não é um mérito? Não é um exemplo bom?
Passemos agora às desfeitas ao que, no entanto, eu considero o mérito mais relevante de nossa ex-primeira-dama: a brasilidade. Foi um apedrejamento sem trégua, quando Marisa Letícia, ao lado do marido presidente, decidiu abrir a Granja do Torto para as festas juninas. A mais singela de nossas festas populares, aquela com Brasil nas veias, celebrando os santos de nossas preferências, nossa culinária, os jogos e as brincadeiras. Prestigiando o povo brasileiro no que tem de melhor: a simplicidade sábia dos Jecas Tatus, a convivência fraterna, o riso solto, a ingenuidade bonita da vida rural. Fizeram chacota por Lula colar bandeirinhas com dona Marisa, como se a cumplicidade do casal lhes causasse desconforto. Imprensa colonizada e tola, metida a chique. Fazem lembrar “emergentes” metidos a sebo que jamais poderiam entender a beleza de um pau de sebo “arrodeado” de fitinhas coloridas. Jornalistas mais criteriosos saberiam que a devoção de Marisa pelo Santo Antônio, levado pelo presidente em estandarte nas procissões, não é aprendida, nem inventada. É legitimidade pura. Filha de um Antônio (Antônio João Casa), de família de agricultores italianos imigrantes, lombardos lá de Bérgamo, Marisa até os cinco de idade viveu num sítio com os dez irmãos, onde o avô paterno, Giovanni Casa, devotíssimo, construiu uma capela de Santo Antônio.
Até hoje ela existe, está lá pra quem quiser conferir, no bairro que leva o nome da família de Marisa, Bairro dos Casa, onde antes foi o sítio de suas raízes, na periferia de São Bernardo do Campo. Os Casa, de Marisa Letícia, meus amores, foram tão imigrantes quanto os Matarazzo e outros tantos, que ajudaram a construir o Brasil.
Outro traço brasileiro dela, que acho lindo, é o prestígio às cores nacionais, sempre reverenciadas em suas roupas no Dia da Pátria. Obras de costureiros nossos, nomes brasileiros, sem os abstracionismos fashion de quem gosta de copiar a moda estrangeira. Eram os coletes de crochê, os bordados artesanais, as rendas nossas de cada dia. Isso sim é ser chique, o resto é conversa fiada. No poder, ao lado do marido, ela claramente se empenhou em fazer bonito nas viagens, nas visitas oficiais, nas cerimônias protocolares. Qualquer olhar atento percebe que, a partir do momento em que se vestir bem passou a ser uma preocupação, Marisa Letícia evoluiu a cada dia, refinou-se, depurou o gosto, dando um olé geral em sua última aparição como primeira-dama do Brasil, na cerimônia de sábado passado, no Palácio do Planalto, quando, desculpem-me as demais, era seguramente a presença feminina mais elegante.
Evoluiu no corte do cabelo, no penteado, na maquiagem e, até, nos tão criticados reparos estéticos, que a fizeram mais jovem e bonita. Atire a primeira pedra a mulher que, em posição de grande visibilidade, não fez uma plástica, não deu uma puxadinha leve, não aplicou uma injeçãozinha básica de Botox, mesmo que light, ou não recorreu aos cremes noturnos. Ora essa, façam-me o favor!
Cobraram de Marisa Letícia um “trabalho social nacional”, um projeto amplo nos moldes do Comunidade Solidária de Ruth Cardoso. Pura malícia de quem queria vê-la cair na armadilha e se enrascar numa das mais difíceis, delicadas e técnicas esferas de atuação: a área social. Inteligente, Marisa Letícia dedicou-se ao que ela sempre melhor soube fazer: ser esteio do marido, ser seu regaço, seu sossego. Escutá-lo e, se necessário, opinar. Transmitir-lhe confiança e firmeza. E isso, segundo declarações dadas por ele, ela sempre fez. Foi quem saiu às ruas em passeata, mobilizando centenas de mulheres, quando os maridos delas, sindicalistas, estavam na prisão. Foi quem costurou a primeira bandeira do PT. E, corajosa, arriscou a pele, franqueando sua casa às reuniões dos metalúrgicos, quando a ditadura proibiu os sindicatos. Foi companheira, foi amiga e leal ao marido o tempo todo.
Foi amável e cordial com todos os que dela se aproximaram. Não há um único relato de episódio de arrogância ou desfeita feita por ela a alguém, como primeira-dama do país. A dona de casa que cuida do jardim, planta horta, se preocupa com a dieta do maridão e protege a família formou e forma, com Lula, um verdadeiro casal. Daqueles que, infelizmente, cada vez mais escasseiam.
Este é o meu reconhecimento ao papel muito bem desempenhado por Marisa Letícia Lula da Silva nesses oito anos. Tivesse dito tudo isso antes, eu seria chamada de bajuladora. Esperei-a deixar o poder para lhe fazer a Justiça que merece."
Bravo Hildegard Angel! Feliz homenagem tomara que ela possa ler após sua recuperação. Com certeza ficará feliz!!

sábado, dezembro 17, 2016

AGORA...TUDO É POR CULPA DO PT...


Temer disse em tom alto e claro nos USA: "Impeachment ocorreu porque Dilma recusou "Ponte para o Futuro"...

Realmente a culpa é do PT por ter se juntado em conchavos com partidos que nada tinham a ver com a proposta social do PT. Esses partidos já entraram através do PT com a intensão de tomarem o poder e um dos seus comandados foi o GEDDEL VIEIRA LIMA que articulou mas entrou pela culatra.

O documento "Ponte para o Futuro" foi lançado pela Fundação Ulysses Guimarães, o braço teórico do PMDB. Em linhas gerais, o programa previa menos segurança e direitos aos trabalhadores, trabalhos por mais anos aos idosos e medidas que, na prática, poderiam inviabilizar os direitos universais de acesso a serviços públicos.
Tudo em linha com mudanças prevista pelo novo governo após o impeachment, como a reforma da Previdência com idade mínima para aposentadoria; a PEC 241, que limita os gastos públicos por 20 anos; e mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) 


A previdência agora está como eles querem...ninguém em sã consciência sabe que não chegará vivo em 49 anos de contribuição principalmente aqueles "jovens" que agora é que vão ter carteira profissional assinada. Melhor para previdência porque não terá que pagar aposentadoria a mortos. Porém, o que eles se esquecem é que seus próprios filhos e netos é que vão sofrer por essa maldita proposta...o tiro saiu pela culatra! Se bem que pensando melhor...talvez seus filhos e netos...receberão uma herança gorda  desses canalhas multimilionários que acabaram com o programa social do PT. Estávamos tranquilos e seguíamos felizes até que a bomba atômica foi lançada com o golpe de Estado apoiado por pessoas chamadas "COXINHAS" que ignoravam por falta de pesquisa o que de fato seria lançado pelos golpistas do PMDB e acatado pelo PSDB.
Uma coisa eu tenho receio ainda mais...porque sou aposentada...mas os pobres quando caírem na realidade...podem se revoltar e teremos uma batalha que poderá ser sangrenta por causa dessas medidas que tiram o poder de compra e de trabalho dos menos favorecidos.

Teremos de aguentar, não por culpa do PT, como eles agora falam para justificar seus erros...mas por culpa da intolerância...da ignorância e da suprema vontade de ter o poder pelo poder desses políticos inconsequentes que agora estão na cúpula. 
A única que poderia reverter esse plano diabólico é unicamente...a Presidenta Dilma que foi usurpada de sua presidência violentamente! 

Triste Brasil! Essa é minha opinião...Posso não saber falar pois não sou cronista política...mas é o que penso!








sexta-feira, dezembro 09, 2016

UM DIA MARCANTE PARA MIM 09/12...ANIVERSÁRIO DE MINHA MÃE QUERIDA

ANIVERSÁRIO DA MINHA MÃE SEMPRE PRESENTE EM MINHA VIDA


Hoje minha mãe Zenóbia, carinhosamente conhecida por D. Zé ou tia Zé ou mesmo vovó Zé faria 102 anos e para homenageá-la reescrevo uma poesia que fiz para ela há tempos.

                                            MINHA MÃE                                                                                                 
EM, 06.07.80 Salvador - no dia em que o Papa João Paulo II veio à Salvador e ela queria tanto estar aqui e não pode estar pois meu pai estava muito doente.

Hoje, senti quanto a amo.
Hoje, sofri por ela.
Hoje, senti na pele a falta que ela me faz.
Hoje, senti a angústia de sua angústia e resignação.
Hoje, quis agarrá-la pelo fio do telefone
E colocá-la junto ao Papa João Paulo II.
Ele passava por minha porta, na Amaralina.
Hoje, quis que ele a abençoasse de perto.
Mas até a minha intenção de fazê-la ficar perto dele pelo telefone,
Decepcionou-me pois a ligação caiu na hora H:
Não consegui o que mais queria.
Então chorei de tristeza, de decepção
Por não poder proporcionar à minha mãe uma pequena alegria.
O que ou quem impediu isto?
Não sei.
Ó minha mãe, como eu te amo!
Ó minha mãe, como eu te venero!
Como és pura, santa, maravilhosa!
Sabes que vou tê-la sempre ao meu lado.
A vida inteira.
Ó minha mãe, minha mãe!
Quem sabe, talvez seria muito ruim se ela visse o Papa de perto.
Como que na bondade pode haver maldade?
Ó Deus, premiai essa pessoinha tão boa e conceda-lhe a graça de ter
Uma velhice alegre, junto a meu pai e meus irmãos,netos...
Com saúde, todos,um por um.
Ó Deus, estenda Vossas Mãos Santas em meu lar e tirai como um raio laser, todos os males que nos afligem. Os físicos, os espirituais.

Fazei, Senhor Deus de nós todos, apenas instrumentos de Vossa Magnificência!

Quis Deus que eu a acompanhasse até o fim de seus dias aqui na Terra e graças a Deus que tive saúde, fortaleza e muito amor para que ela ficasse bem até seu último momento.
Mãezinha...Mainha...esteja bem onde está junto a todos que lhe fazem companhia...meu pai...Hugo...seus irmãos, irmãs...pai e mãe.
Com uma rosa e muita saudade de seu colo...sua filha que muito te ama Ió.

terça-feira, agosto 30, 2016

MINHA INDIGNAÇÃO CONTRA O IMPEACHMENT...MUITA TRAIÇÃO...MUITA INVEJA...MUITA FALTA DE CARÁTER!

MINHA TRISTE DERROTA

Nunca em minha vida tive um sentimento tão grande da derrota e da decepção.
Vi meus sonhos acabarem por terra e enterrados no amplo sentido da palavra. Nunca me senti tão enojada de ver homens e mulheres degolando uma pessoa que nós elegemos dentro da Democracia e da Esperança de um Brasil melhor, mais humano, mais aceito e sem discriminação social, racial, gênero e para nós, aposentados. 
Agora teremos um indivíduo no comando do Brasil, o qual não me representa e nunca o aceitarei. Para mim, ele não passa com seus asseclas de um sujeito sem eira nem beira. Um traidor feito Judas que beijava já com intensão de trair.
Pena, Brasil, que mais uma vez você caia no abismo da anti-democracia, dos comandos ladrões e da venda da nossa pátria aos países desenvolvidos para que suguem nosso tesouro já dilapidado em outras eras e barrados pelo governo que agora se esvai. 
Tristeza e decepção é o que sinto!
Porém afirmo que esse desgoverno que agora se faz nunca respeitarei!
Nunca serei representada por esses traidores, uns vendidos que sempre usaram o poder para saquearem o Brasil em seu favor e de seus descendentes. Fiquei horrorizada ao ver ali no Senado homens e mulheres (ainda mais indignada fico) que ficam a espera de ver a cabeça da Presidenta Dilma rolar para irem feito abutres a querer o seu pedaço no governo do usurpador.
Um Senado que protege a impunidade tão cretina e covarde como são os que lá estão.
Só desejo que a minha Presidenta Dilma saia de cabeça erguida sabendo que ela fez seu dever e cumpriu tudo que pode para ajudar os mais carentes, os mais pobres, as mulheres, os negros, os homossexuais enfim a população que realmente se beneficiou com os programas socais e humanitários que ficarão na lembrança daqueles que sabem o que vão perder.
                         Tenha um péssimo governo! 
             
                É o que eu desejo a esse ser desumano que                        usurpou o governo da Presidenta Dilma Rousself!



sábado, julho 23, 2016

SPLEEN - O ESTADO DA ALMA



SPLEEN...BAÇO

Dedico essa "poesiazinha"a meu primo Daniel Santos Rebouças que é médico...Talvez possa explicar-me por que o baço era o órgão da depressão?Não tenho a pretensão de me dizer poetisa mas de vez em quando registro umas das minhas manifestações "poéticas"

“SPLEEN” -- O estado da alma
Por Ió Rebouças
Em 02/10/02
Às vezes, sinto-me “SPLEEN”...
Por motivos que nem se apresentam,
Talvez por causas nem a mim reveladas,
Ansiedade para resolver tantas!
Às vezes, sinto-me “SPLEEN”...
Palavra de origem inglesa,
Cujo significado não tem nada a ver
Pois baço é spleen, com certeza.
Lá pelo Século XIX, era o órgão da depressão (?)
Essa não! Veja que contradição:
O baço, órgão vermelho, produtor de células do sangue,
De depressivo nada tem.
Talvez por isso o sinônimo baço = adjetivo embaçado,
sem brilho.
Contudo com soa bonito dizer:
Eu hoje estou SPLEEN!


domingo, abril 17, 2016

SONHE COM AQUILO QUE VOCÊ QUISER...







MENSAGEM DO PADRE HÉLIO PARA MIM ESPECIALMENTE!


Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
Porque você possui apenas uma vida
E nela só se tem uma chance
De fazer aquilo que se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes
Não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
Das oportunidades que aparecem
Em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem a importância
Das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro mais brilhante
Baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
Quando perdoar os erros
E as decepções do passado.
A vida é curta,
Mas as emoções que podemos deixar
Duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
Porque um belo dia se morre


DEFINIÇÃO POÉTICA DE PALAVRAS DE SENTIMENTOS




Crônica - Palavras, Palavras, Palavras diria Shakespeare 

Mário Prata
Escritor, dramaturgo, jornalista e cronista brasileiro.

Saudade - É quando o momento tenta fugir das lembranças a para acontecer de novo e não consegue.
Lembranças - É quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.
Angústia - É um nó muito apertado bem no meio do sossego.
Preocupação - É uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu, sair de seu pensamento.
Indecisão - É quando você sabe muito bem o que quer, mas acha que devia querer outra coisa.
Certeza - É quando a ideia cansa de procurar e pára.
Intuição - É quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.
Pressentimento - É quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.
Vergonha - É um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.
Ansiedade - É quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.
Interesse - É um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.
Sentimento - É a lí­ngua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.
Raiva - É quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.
Tristeza - É uma mão gigante que aperta seu coração.
Felicidade - É um agora que não tem pressa nenhuma.
Amizade - É quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.
Culpa - É quando você cisma que podia ter feito diferente, mas geralmente, não podia.
Lucidez - É um acesso de loucura ao contrário.
Razão - É quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.
Vontade - É um desejo que cisma que você é a casa dele.
Paixão - É quando apesar da palavra perigo o desejo chega e entra.
AMOR - É quando a paixão não tem outro compromisso marcado.

Não... Amor é um exagero... Também não.
Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?
Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tem explicação, esse negócio de amor, não sei explicar.



AOS MEUS AMIGOS DE JEQUIÉ.


sexta-feira, março 04, 2016

UM HOMEM DETERMINADO ASTOLFO, MEU SOBRINHO

Astolfo meu querido sobrinho

Vinha pensando em escrever sobre alguém que se destaca pela sua coragem, sua perseverança, sua determinação ao longo de uma vida cheia de desafios até galgar os píncaros do sucesso profissional e de sua vida pessoal.

A pessoa em questão é meu sobrinho muito querido por mim e por todos da nossa família. 
É Astolfo Simões de Carvalho que demonstra até hoje que quando uma pessoa quer, consegue.
Pois bem, Astolfo desde tenra idade sempre um bom estudante e uma pessoa de alto nível intelectual, generoso, excelente filho, ótimo irmão, maravilhoso sobrinho, um pai dedicado. Enfim, um homem de respeito.
Desde pequeno tinha o objetivo de crescer como pessoa que vai em busca dos louros que se ganham quando são merecidos. Para conseguir seus objetivos Astolfo seguiu seus estudos de formação ginasial, colegial, universitário e trabalhou muito para seguir e conseguir seu diploma de graduação. 
Tudo pago por ele que ao mesmo tempo que estudava, trabalhava para garantir o seu sustento e sua  formatura. Depois prestou concurso de  defensor público, passando bem. 
Foi trabalhar em várias cidades e em todas fez bons amigos.
Ficou noivo e casou-se com Ana Luíza e com ela teve seu único filho ao qual dedica muito amor dando-lhe atenção,amor que só um grande pai sabe dar.
Hoje trabalha como defensor publico aqui em Salvador, sendo muito criterioso em suas decisões.

Com certeza existem várias pessoas que gostam muito de você, e eu sou uma delas. Hoje você vai ter à sua volta muito amor e carinho de todas as pessoas que o amam. 

Peço a Deus que esteja sempre com você e que Ele o abençoe e proteja por todos os dias da sua vida, e lhe dê muita saúde também.

Que você seja sempre alegre e sorridente, pois é assim que eu gosto de o ver.Desejo querido sobrinho,






você possa ter muitas mais alegrias e realize tudo o que você deseja. Desde cedo aprendemos que uma das melhores satisfações que podemos ter é ver nossos sonhos realizados.

Um beijo da sua tia que o ama, Ió.


domingo, fevereiro 14, 2016

RETRATO EM BRANCO E PRETO - DO ADMIRÁVEL CHICO


RETRATO EM BRANCO E PRETO 
DE CHICO BUARQUE PARA MEU BLOGGER.
AMOOOOO!

O QUE NÓS, MULHERES QUEREMOS DOS HOMENS?


O HOMEM ATUAL NÃO É O HOMEM DESEJADO
Mesmo para uma mulher idosa como eu.

Queremos muito mais do que um sexo fantástico, alguém para tomar umas cervejas e bater um papo descompromissado pela madrugada. Deixamos de ser a mulher de antigamente, mas ainda sim, preferimos os homens de outros tempos. O cavalheiro, que abre a porta do carro, o ouvinte que se deixa em segundo plano para aprender e entender o que se passa no nosso coração. Homens arrogantes e autossuficientes, que consomem mulheres como picanha de rodízio, têm curto prazo de validade em nossas vidas.
Por um mundo novo e por um homem à moda antiga, aí vamos nós, na nossa luta diária, sem perder as esperanças. Jamais.

Minha bisavó costumava dizer que já não se fazem homens como antigamente. Coitada, se ela estivesse viva, era bem capaz de cortar a frase pela metade. Características que antes eram tão marcantes no universo masculino, como o cavalheirismo e toda a gentileza e distinção para com nós, mulheres, hoje estão praticamente extintas da face da Terra. Então, a culpa é nossa e da nossa mania de igualdade, do feminismo, do mundo corporativo, da liberdade sexual, blá-blá-blá. A verdade é que tanto faz de quem é a culpa. Os homens não são mais os mesmos. E eu admito: as mulheres também não.
Crescemos. As nossas roupas já não se enquadravam mais. Arrancamos os sutiãs porque apertavam a nossa voz. Encurtamos as roupas e os cabelos. Fomos à luta pela liberdade de ser gente, antes mesmo de sermos mulheres. Crescemos tanto que já não cabemos numa forma de bolo. Hoje, ser mulher não é mais seguir uma receita de família. E isso assusta os homens — eles mesmos confessam.
Deixamos de pertencê-los, de ser propriedade ali, na ponta do lápis. Já não se fala mais da Maria do Antônio, da Ana do Zé ou da Joana do Fernando. Maria agora é executiva, já viajou para mais de 18 países, passou dos 35 anos e não quer ter filhos. Ana é arquiteta, se casou com outra mulher e tem uma menina. Joana é profissional autônoma, cuida dos irmãos mais novos e mantém os pais.
Conquistamos o nosso espaço no mundo, atuamos em carreiras que antes só podiam ser conduzidas por eles. Nos libertamos da obrigatoriedade da instituição do casamento. Fazemos sexo por vontade, assumimos as nossas taras e os nossos gostos. Independente de tudo isso, o tal do “direitos iguais” não dá aos homens o direito de nos tratar sem o mínimo de respeito. Cortesia, rapazes, nunca sai de moda.
Sabe, no fundo as nossas essências não deveriam mudar diante das novas condições. Foi-se o tempo em que o homem era apenas provedor e conquistador, assim como a mulher deixou para trás o papel consentido de uma figura frágil e dependente. A natureza protetora, cuidadora e cortês do homem ficou soterrada diante da postura rude de alguém que olha tão de igual para igual, que não percebe que nós, mulheres, permanecemos com a nossa estrutura lírica.
Buscamos afago, aconchego, um ombro para dividir os nossos dias cansativos e um peito para repousar a nossa cabeça inquieta. Não queremos alguém que pague as contas ou que nos deixe na porta de casa. Não! Isso nós podemos fazer sozinhas. Queremos um homem que nos leve para comer o que nós gostamos, alguém que ligue para saber se chegamos bem em casa, que perca o seu tempo em nos conhecer a fundo. Queremos um homem que saiba a nossa cor favorita, a nossa flor preferida, que note o quanto gostamos de anéis e porque preferimos brincos grandes. Queremos um homem que nos presenteie com livros e lingeries, que mesmo sem tempo encontra alguns segundos para dizer o quanto somos especiais, e que nós fazemos o seu dia melhor com o nosso sorriso. Isso não é romantismo; é ser amável, atencioso, gentil e educado.
É, minha gente, já não fazem mais homens como antigamente!
By Karen Cury - Cronista
O homem que chegou ao século XXI também é outro. Descolado, antenado, sensível, frequenta academia, bebe caipirinha de sakê com frutas vermelhas, cuida do corpo, do cabelo e da saúde, dá conselhos às amigas, ouve lounge, compra cosméticos, estuda idiomas e também ama. E o pior que os idosos também seguem a linha "Young Man", não ligando para alguém de sua idade.

sexta-feira, janeiro 01, 2016

CENTENÁRIO DE MEU PAI - DR. ASTÔLPHO



EM 04 DE ABRIL DE 2010 – NASCIA UM GRANDE HOMEM, UM GRANDE MÉDICO!

Nesse dia, comemoramos o centenário de nascimento de nosso pai, amigo, médico Dr. Antônio Astôlpho dos Santos.
Um homem de valor incomensurável devido à sua conduta nessa vida que teve oportunidade de viver.
Honesto, de personalidade forte e amorosa. Esposo fiel e pai extremoso.
Dedicou-se ao bem-estar de sua família e à medicina que eram seus tesouros.
Teve muitos amigos que gostavam de conversar, de ouvir seus conselhos.
Na medicina, dedicava-se de maneira sobrenatural, pois se empenhava em descobrir os males que afligiam seus pacientes a fim de lhes proporcionar a cura, o conforto até espiritual.
Católico, rezava o terço todos os dias e lia a Bíblia por diversas vezes.Amigo e médico dos padres da cidade de Jequié.
Ao ter um caso de difícil diagnóstico, ele pedia ajuda a Deus para esclarecer aquela doença e poder curá-la. Estudava noites sem parar até encontrar um caminho para seguir naquela patologia que afligia um paciente.
Nunca vimos um médico tão dedicado aos seus pacientes que tinha o maior zelo e atenção.
Sanitarista naturalmente vacinou contra a varíola até em lugares que só poderia ir a pé ou a cavalo. Participou da primeira vacinação contra a paralisia infantil – a SABIN.
Empenhou-se nos tratamentos da Esquistossomose e da Leishmaniose e obteve curas graças a seus estudos intensos sobre essas e outras doenças.
Foi parteiro, ginecologista, clínico geral, laboratorista, e solicitava fórmulas quando não encontrava o medicamento apropriado para uma doença. Essas eram algumas das suas especialidades.
Apenas um pequeno resumo da vida desse grande médico, pai, esposo.
Pedimos a Deus que o conserve em sua Glória junto à sua amada esposa,seu filho Hugo, seus parentes queridos e amigos que também se foram.
Meu querido Pai!!
Amém.



Coisas antigas que "recoisei" aqui!



MEU PENSAMENTO
09/01/2009 – SALVADOR – 6ª FEIRA – 20 h: 12 min

Meu pensamento vagueia e não para
Não desmancha
Não apaga
Aquele nome que amo
Aqueça pessoa que me fez feliz
Por momentos
Que foram intensos
Que foram mágicos.

E me entristece
Não porque ele se foi
Mas porque nada represento... Representei...
Uma pedra é mais significante

Eu...Nada!


“RECEITA DO ANO NOVO
Para você ganhar um belíssimo Ano Novo não precisa fazer listas de boas intenções para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependimento pelas besteiras consumadas.
Nem parvamente acreditar que por decreto da esperança a partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, direitos respeitados começando pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo que mereça esse nome, você meu caro, minha cara, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que isso não é fácil, mas tente, experimente consciente.
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.”


Eu por mim mesma!

Hoje estou um pouco saudosa dos momentos lindos que tive na vida. Saudosa porque não posso voltar atrás para segurar tudo àquilo que passei de bom, de mágico, de maravilhoso!Tem dias assim.
Eu nem me lembro de quando comecei pintar meus cabelos: ameixa, laranja, vermelha e agora loira.
Minhas rugas? Por incrível que pareça aos 60, tenho poucas só uns pezinhos de galinha e de expressão. Sou gordinha, a pele estica!
Rsrsrs!
Queria ter um amor de cinema, aliás, quero!Mas... É sonho!
Cuido das minhas unhas, hidrato meu corpo e uso perfumes... Adoro! Fico cheirosa! Cheirosíssima!
Sou vaidosa, mas na medida certa, sou gordinha nem tenho como ser muito!
“Enfim os anos passam e as marcas que eles deixam em nós, não têm como conter”.
Nem pretendo isso.
“Acho que cada marca que meu corpo carrega tem uma linda história”.
Minha idade, não adiantaria falar que tenho trinta e cinco e apresentar uma filha de vinte e dois.
Metade deles, bem vividos, os outros sofridos.
Esta sou eu! 
Ió do coração!






terça-feira, dezembro 22, 2015

Minhas Amigas...meu Carinho e minha Gratidão

UMA DAS MELHORES COISAS NA VIDA DE UMA MULHER É TER AMIGAS. AMIGAS CUIDAM DA ALMA dE REBECA BEDONE. 


Dizem que algumas mulheres costumam se vestir para outras mulheres, e que entre elas há mais competição do que cumplicidade. Por isso, preste atenção. Fique bem longe de quem se aproxima de você para lhe derrubar. Não tenha interesse em quem olha suas conquistas com inveja. Esse tipo de mulher não é amiga. Isso é falsidade.
A amizade é um relacionamento que deve ser construído como qualquer outro, com tolerância, confiança e perdão. Com boa vontade, autenticidade e muitas risadas. Meninas, moças ou mulheres mais velhas, todas elas deveriam ter pelo menos uma boa amiga durante a sua vida.
As nossas primeiras amigas continuam com a gente mesmo depois da distância e do tempo. Algumas se perderam da convivência, mas moram nas histórias da adolescência que estão guardadas na caixinha de música dos quinze anos: os amores platônicos e o primeiro namorado, a escolha da profissão e a formatura do Terceiro Colegial.
Outras amizades da infância estão presentes até hoje. Mesmo com a correria do dia a dia e morando em cidades diferentes, as amigas dão um jeito para manter forte o laço que as uniram tantos anos atrás.
Essas amigas nem sempre têm o mesmo estilo de vida e os mesmos sonhos. Enquanto a solteira diz que não quer se casar, a outra conta que seu casamento foi a melhor coisa que lhe aconteceu. E isso acontece porque uma amiga ouve a outra com sinceridade, e ambas sabem que a vida não deve ser uma eterna competição para ver quem é mais feliz.
Amigas torcem pela felicidade uma da outra. Por onde andam, carregam as lembranças e a saudade de quem se faz especial: a amiga da faculdade, do primeiro emprego, da época do doutorado; aquela do condomínio, a mãe do amiguinho do filho, alguém que conheceu em uma viagem.
Essa é uma verdade: uma das melhores coisas na vida de uma mulher é ter amigas. Quando estou pra baixo, minhas amigas me levantam, e vice-versa. Nas horas mais difíceis, as amigas têm certeza de que ainda existe algo pelo que acreditar.
Amigas curtem falar bobagem e comer doces. Elas falam de seus amores e suas dores. Costumam rir bastante quando estão juntas. E, também, desabafam seus medos. Algumas vezes, também choram.
Por isso, não importa a idade que você tem, nem o seu estado civil. Se estiver se sentindo perdida, é porque talvez esteja precisando de uma amiga.

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sexta-feira, outubro 30, 2015

MINHA FAMÍLIA ITALIANA ORIOLI QUE BUSCO SABER AS ORIGENS,

Brasão da família Orioli

Pistoia/Toscana/Italia

Ravenna/Italia

Ravenna Italia


Minha família italiana Orioli

O primeiro a chegar no Brasil, vindo da Família antiga e muito nobre, chamado Oriolo ou Orioli, originalmente de Pistoia, Toscana, rapidamente se espalhar, ao longo dos séculos, em diferentes regiões da Itália e, com um determinado foco, em Ravenna. Esta família, no desenrolar das décadas, sempre conseguiu produzir uma série de homens ilustres que fizeram seu nome no serviço público, nas profissões e serviço eclesiástico e militar.
Existe o brasão da família Orioli.
É de prata, a estrela de oito pontas de vermelho, acompanhado de duas faces banda de ouro crescentes, a um no cantão direito da cabeça e um no cantão deixou dedo do pé, e dois sinos colocado na barra preta , um no cantão esquerda da cabeça e outro no cantão da ponta direita.
Descobri que no Museu da Imigração há referências sobre membros da família Orioli:

Tombo: A0000710 Data Limite: 22/10/1914 - 13/11/1914 Documento
Digitalizado
Denomina¸ão: CARTA DE CHAMADA Assunto: RETORNO DE IMIGRANTE JÁ ESTABELECIDO
Título: CERTIFICADO Origem: MOGLIA
Descrição: CERTIFICA QUE FERDINANDO ORIOLI (OU ARIOLI) RETORNA AO BRASIL AFIM DE UNIR-SE À SUA FAMÍLIA. LÍNGUA ITALIANA."

Pistoia é uma comuna italiana da região da Toscana, província de Pistoia, com cerca de 83.936 habitantes. Estende-se por uma área de 236 km², tendo uma densidade populacional de 356 hab/km². Faz fronteira com Agliana, Cantagallo (PO), Granaglione (BO), Lizzano in Belvedere (BO), Marliana, Montale, Piteglio, Porretta Terme (BO), Quarrata, Sambuca Pistoiese, San Marcello Pistoiese, Serravalle Pistoiese.[1] [2] [3]

Nela se localiza o Cemitério de Pistoia, onde foram enterrados os soldados brasileiros da Força Expedicionária Brasileira - FEB que lutaram ao lado dos Aliados na Segunda Guerra Mundial.[1] [2] [3] Anos depois os corpos foram transferidos para o Aterro do Flamengo, mas em Pistoia permanecem as placas com os nomes.

A cidade é a terra natal do Papa Clemente IX, que liderou a Igreja Católica entre 1667 à 1669.

Vieram para o Brasil Tomazio del Coronati Orioli e sua família.Depois de um problema político o qual foram banidos e em 1915 foram perdoados mas já estabilizados em Salvador não quiseram retornar para reaver seus pertences e seus títulos, pelo menos os que moravam em Salvador.
Família Orioli em Salvador e Maragogipe/Bahia:

1. Tomazio teve uma filha por nome Maria Anunciata Erane Orioli que entre os filhos, Rosa Maria Erane Orioli casou-se com o baiano Gustavo Astolpho dos Santos, antes Gonçalves, nome trocado para não haver problemas de identidade na firma de charutos em Maragogipe.
Tiveram 5 filhos: Antonio Astolpho dos Santos, Justo Astolpho dos Santos, Julio Astolpho dos Santos, Oscar Astolpho dos Santos e Clotilde Astolpho dos Santos.
Antonio teve dois filhos: Ruy e Ivo Astolpho.
Justo teve dois filhos: Antonio e Orivaldo Astolpho.
Julio não sei quantos filhos teve mas por causa de problemas familiares veio morar em Jaguaquara.
Oscar teve dois filhos Urânia e outro que não sabemos o nome e foi morar em São Paulo. Mistério também.
Aí está mais ou menos a origem da família italiana de nosso pai, Antonio Astolpho dos Santos.
Parte da família Orioli está na cidade de Ravena é uma comuna da província homônima, na região da Emília-Romanha, na Itália.[1] [2] [3] Possui 144 457 habitantes. Estende-se por uma área de 652 km², tendo uma densidade populacional de 221,56 hab/km².

É tudo que consegui. Há muitos descendentes da família Orioli. Mas não consegui ainda chegar aos nossos parentes diretos.