domingo, julho 28, 2013

UM CASO DE AMOR DE FAMÍLIA - O CASAMENTO DE HUGUINHO E PATY




Nestas últimas semanas, passei por fortes emoções que me fizeram parar e refletir. 
Primeira, a expectativa e a ansiedade para ir ao casamento de Huguinho e Paty como também aos 96 anos de D. Nenzinha, uma querida amiga, mãe de Dey, minha querida cunhada, irmã e amiga. Nada poderia impedir-me de ir para Jequié e essa agonia da chegada do evento amado, me fez, por várias vezes recorrer ao famoso Lexotan.
Segunda, a ida para Jequié no ônibus da Camurujipe para a qual comprei a passagem com um mês de antecedência, de ida e volta na poltrona 1. Fui para Jequié numa ansiedade louca e com frio pois estávamos a 18º C dentro do ônibus. Outro Lexotan foi adicionado em minha boquinha para que eu relaxasse. E lá cheguei em Jequié com malas e pacotes dos presentes para os noivos. 
Estava tão cansada que após aos bate-papos da chegada e do café, dormi que nem uma anja! 
Terceira, a festa de D. Nenzinha que  foi assim demais teve o almoço até que fiz alguma coisa: um tabule que ficou ótimo e para a noite minha ajuda foi um daqueles sanduíches que gosto de fazer colorido.À noite, transcorreu em rítmo de alegria com todos da família de Dey, os noivinhos que tb fizeram o chá de cozinha e alguns membros da nossa família.Afinal, são todos nossos!
Vera e Aloísio Rebouças compareceram também na 5ª feira para parabenizar Hugo e Dey pelo casamento, casal que amo!
Quarta emoção, o dia do casamento que contou com a presença de Polly, minha filha, Socorrinho e Tony, Cynthia, Paulo e Peu que foram especialmente para o evento. De Jequié, fomos para Itiruçu, pois foi lá na casa da mãe da noiva e na Igreja Santo Antonio de Itiruçu o enlace matrimonial tão esperado. Foi um casamento lindo, até fiquei surpresa pois tudo foi feito tão corrido, em pouco tempo que minha alegria e emoção foi redobrada. Fui uma das madrinhas junto com Polly que foi acompanhada por Vitor e eu por Déo o irmão de Dey. Estavam todos lá e mais uma porção de convidados da cidade de Itiruçú que foi em peso e de Jequié. Posso citar: quase todos os irmãos de Dey: Dilson e Tânia, padrinhos de Huguinho,Dermeval e Aucileide, os filhos de Déo com seus filhos e maridos, Brenda e seu filhinho, (só não foram Pedrinho , pois teve a gentileza de ficar tomando conta de Ruy, que também não quis ir, fato compreensível e o de Ipiau com a mulher e os filhos que tb não puderam ir), mas lá compareceram Antonio e Olga, Igor e Sheila, Candy, Tia Nanan, Novita e Davi.E de muito longe, vieram de Pernambuco, o cunhado de Neto com a esposa e filhos, a cunhada Marnete e a filha dele, Luana que foi a dama de honra. Hugo e Dey, D.Nenzinha que enfrentou o frio com o amor de seu Pedro. Lindos! 
A cerimônia celebrada por Monsenhor Aroldo, que especialmente foi de Jequié para abrilhantar ainda mais a cerimônia solene, alegre e santa.A Igreja estava deslumbrante, bem decorada e cheia de convidados. 
A familia da noiva Darlane ou Paty, como gosta de ser chamada carinhosamente, foi de um brilhantismo ímpar.A  Pessoas que amam meu sobrinho e que nota-se o carinho a ele dado. Fiquei muito emocionada e feliz por isto. Deu-nos uma acolhida aconchegante e notoriamente especial nos deixando à vontade.Pedi a Deus que os abençoasse e agradeci por a família de Hugo, Deyse e nossa podermos fazer parte da família de Paty. Gente dígna e cheia de fé.
A cerimônia na Igreja foi linda e a recepção no salão de eventos também foi de primeira! O bolo estava gostoso e muito bonito. Muitos docinhos e salgadinhos animavam as pessoas.
A festa também foi linda e alegre e durou até 5 horas da manhã, apesar do frio de 17 ou 16ºC. 
No dia seguinte, fomos para Jequié e lá transcorreu um delicioso churrasco. Foi muito bacana e veio uma van de Itiruçu com os parentes de Paty e amigos.
Bem, assim foi a festa e minha emoção maior ao ver Hugo chorar e abraçar o filho que acabei também desabando no choro. Aliás aquele dia eu estava sem o Lexotan e chorei quando ouvi a cantora na igreja com uma voz maravilhosa entoar o cântico prefiro de mainha, Senhor eu sei que tu me sondas e mais emocionada eu vi duas andorinhas que voaram durante a cerimônia toda por entre os noivos. Perguntei-me: serão mainha e painho? Fantasias à parte.
Bem, como tudo não é só alegria vem a parte da minha mágoa e talvez de Hugo meu irmão que não mencionou mas senti que ele reparou: não foi um só membro da tão falada e grande família Rebouças que a pouco tempo atrás, na casa da prima Cecília,( Cecília, eu desculpo, pois foi gentil em se desculpar por não poder ir) falou em reparação, aproximação da família. Tudo encenação. Não quero ser antipática mas foi o que senti.Ninguém teve a consideração a Hugo e Deyse para um toque ao telefone felicitando-os pelo evento. E que eu saiba até hoje nem ligaram. Porque minhas irmãs Maria e Consuelo, Vinza e Francesca que não puderam ir, tiveram a gentileza de ligar e até enviaram presentes aos noivos. Não falo pelos presentes, mas pela presença nem que fosse um telegrama. Mas...Deixemos para lá pois a vida é bela e a caravana passa.
Hoje estou aqui em casa, sozinha pois Polly saiu, e, fiquei matutando como escreveria a festa e a minha ida lá em Jequié. Pitacos de crítica a quem não deu sinal de vida eu quis dar, não por mim, pois a mesma família Rebouças na formatura de Polly ignorou. Será por que hein? Continuo na incógnita...Só Deus e eles devem saber.
Ah, mas quero agradecer a todos mesmo assim outras festas virão.

Deus abençoe o casalzinho querido, Hugo e Paty, que já trazem um nenenzinho para alegrar nossa família em dezembro que vem.



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