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domingo, março 31, 2013
domingo, março 24, 2013
Como eu saí do BULLYING na adolescência
Em Jequié, quando pequena ouvi conversas sobre mim
que não me agradavam, depois no Ginásio de Jequié,
também me sentia constrangida, mas não entendia
porque até que vim morar em Salvador e fui estudar
no Colégio Nossa Senhora da Salette. Lá não havia
muito bullying, mas quando eu andava nas ruas dos
Barris, eu sentia algo estranho.E também minhas
primas não gostavam muito de sair comigo pois me
achavam boba e sem atrativos naturais em algumas
adolescentes.Aquilo me doía. Pois eu era esperta,
inteligente e estudiosa.
Eu comecei a confiar e acreditar em mim mesma
quando eu tinha 16 quase 17, quando eu não sabia o
que era o que hoje chama-se bullying e sofri durante
algum tempo, pois usava óculos e aqui para nós,
nunca fui bonita de rosto. Mas eu precisava viver e
bem, então comecei a me observar no espelho.
Realmente eu precisava dar um jeito em meu rosto.
O que fiz? Comprei maquiagens, fiz minhas
sobrancelhas, comprei roupas da moda, usava-se
mini-saia, roupas decotadas tudo para valorizar meu
corpo que era bonito e melhorar minha aparência
visual.
Fui ao oftalmo para trocar de armação da moda e que
ficasse bonita em mim, na época não havia ainda aqui,
lentes de contatos.
Bem foi um processo que me apaixonei por mim
mesma.
Vi que de fato eu tinha alguma coisa de bonito, meus
olhos grandes e expressivos, uma cor que era furta-
cor virava conforme meu humor.
Até verde eles ficam até hoje principalmente quando
choro ou estou na praia.
É uma longa história que acabou bem.Apesar de uns
lances...que quase me fizeram ficar impressionada
com as opiniões contrárias.Quando voltei a morar em
Jequié sofri de novo bulling de muitas pessoas de lá e
não tive a esperteza de me cuidar, daí engordei.Até
ouvi de um médico, hoje falecido, que Deus o tenha,
muitos anos sem nós, que ninguém me queria porque
eu não me cuidava.Descobri que ele queria era me
assediar.Coisa que não aceitei...Casos à parte!
Tentei me cuidar, emagreci, mas
depois veio a doença de minha mãe que me fez ficar
de novo sem vontade para nada.Voltei para Salvador e
aqui procurei me valorizar mesmo gordinha e melhorei
muito com a psicóloga que fui.
Atualmente, aos 65 quase 66 anos por vezes sinto
que a velhice me proporciona bullying ou bulling de
mim mesma, mas tento superar pois é um fato
irreversível e tenho mais é que me amar mais ainda.A
única coisa que sei é que para namorar fica mais
difícil, pois homem gosta mesmo é de aparência, nada
mais.
Pena, porque o amor e o carinho que tenho para dar
são muito maiores do que minha própria beleza.
sexta-feira, março 15, 2013
FINALMENTE, O CANUDO, FILHOTA QUERIDA!
Polly, minha filha querida, presenciei quando você aproveitou-se de seu talento, da sua força de vontade e a da sua persistência quando se dedicava nos estudos, não por mera necessidade de passar de ano para ano, porém com uma vontade de entendimento, de aprender o porquê de sua contínua batalha no ISC (INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA) que a trouxe até aqui no dia de sua formatura. Quantas montanhas escaladas, sem recursos e com muitos percalços que você tão bem soube enfrentar.
Espero que esta vitória seja o início de muitas outras conquistas, pois nem bem acabou a graduação e você já conquistou seu lugar no Mestrado de Saúde Pública e com fé em Deus continuará com o Doutorado, pois sua vontade de crescer, Polly, é imensa!
O Espírito Santo de Deus iluminará seus caminhos abrindo portas para que você continue estrada certa de que seguirá o aprendizado com sabedoria para empregar tudo que sabe para o bem da Humanidade.
Um sanitarista não é apenas um profissional passivo mas é um indivíduo especialista em Saúde Pública ou Coletiva que com seus conhecimentos visam elaborar, controlar e fiscalizar o cumprimento de normas, padrões de interesse sanitário com fins da melhoria da saúde da população.
Segundo um escritor anônimo quando a pessoa se forma deve ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante.
Vá em frente meu amor querido que estarei sempre na platéia para lhe aplaudir.
Um beijo de sua mãe que te ama, Ió

sexta-feira, março 08, 2013
Dia Internacional da Mulher - O porquê do DIA!
Todos sabem que o preconceito é um marco presente na vida da humanidade e a mulher não ficou de fora, em razão dele sofreu grandes perdas.
Ao longo da história, as mulheres estiveram sempre subjugadas às vontades dos homens, a trabalhar como serviçais, sem receber nada pelo seu trabalho ou então ganhavam um salário injusto, que não dava para sustentar sua família.
Em razão desses e tantos outros modos de discriminação contra a mulher, estas se uniram para buscar maior respeito a seus direitos, ao seu trabalho e à sua vida.
A discriminação era tão grande e séria que chegou ao ponto de operárias de umafábrica têxtil serem queimadas vivas , presas à fábrica em que trabalhavam (em Nova Iorque) após uma manifestação onde reivindicavam melhores condições de trabalho, diminuição da carga horária de 16 para 10 horas diárias, salários iguais aos dos homens – estes chegavam a ganhar três vezes mais no exercício da mesma função.
Porém, em 8 de março de 1910, aconteceu na Dinamarca uma conferência internacional feminina, onde se discutiram os assuntos de interesse das mulheres, além de decidirem que a data seria uma homenagem àquelas mortas carbonizadas.
No governo do presidente Getúlio Vargas as coisas no Brasil tomaram outro rumo. Com a reforma da constituição, acontecida em 1932, as mulheres brasileiras ganharam osmesmos direitos trabalhistas que os homens, além de conquistarem o direito ao voto e a cargos políticos do executivo e do legislativo.
Ainda em nosso país, há poucos anos, foi aprovada a Lei Maria da Penha, como resultado da grande luta pelos direitos da mulher, garantindo bons tratos dentro de casa, para que não sejam mais espancadas por seus companheiros ou que sirvam como escravas sexuais dos mesmos.
Mas a mulher não desiste de lutar pelo seu crescimento, o dia 8 de março não é apenas marcado como uma data comemorativa, mas um dia para se firmarem discussões que visem à diminuição do preconceito, onde são discutidos assuntos que tratam da importância do papel da mulher diante da sociedade, trazendo sua importância para uma vida mais justa em todo o mundo.
domingo, março 03, 2013
COMEÇANDO UM TRABALHO
Vou contar uma coisa, quero entrevistar todos os meus irmãos, irmãs e parentes para que eu possa resgatar memórias sobre nossa família. Começarei por meus irmãos de Jequié para que eles se recordem do que mais lhes divertiram e conhecimentos sobre a cidade que moram:JEQUIÉ.
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