quarta-feira, setembro 19, 2012

COISAS NA NET...CONFIDÊNCIA AO PSICÓLOGO - FOI EM 2006


RETORNO AO PSICÓLOGO MARÇO / 2006

Hoje foi emotivo porque foi o último dia no NEPPSI, desse ano. 
Cheguei à conclusão de que o que me atrapalha muito é minha ansiedade. De não procurar viver meu dia a dia sem ficar pensando no que pode ser, no que pode acontecer e não me valorizar como pessoa.
Fazendo um retrospecto deste tempo atrás o que me ficou como pessoa?
(1º) QUEM É MEU OPRESSOR?  Minha ansiedade
(2º) COMO COMBATÊ-LA? Vivendo meu dia-a-dia, preenchendo meu espaço vazio com coisas concretas, organizando meus encontros, minhas coisas pessoais.
Pôxa! Agora mesmo poderia estar calma, porém não estou porque ele marcou comigo aqui no pc  ao meio-dia daqui ou às 15 horas de lá. E não apareceu. O que fazer para não pensar nisso? Escrevo aqui agora, nesse diário emotivo. Posso dizer que estou com dor nos ombros, pois somatizo a ansiedade. Tenho que relaxar e não pensar nisso. Minha vida é assim: nada acontece no previsto. Tenho sempre que ficar esperando?Tenho que lutar contra isso.
"É preciso buscar o amor onde estiver, mesmo que isso signifique horas, dias, semanas de decepção e tristeza. Porque ao momento em que partimos em busca do amor, ele também parte ao nosso encontro."
Paulo Coelho
Hoje, dia 09 de novembro de 2006, continuo intranqüila. Minha auto-confiança não me ajuda em nada. Preciso tirar essa ansiedade de mim. Meu Deus, é a única coisa que me impede de ser completamente feliz.
Quero ter  essa calma que todos dizem que eu tenho, mas na verdade é só aparência.
Agora mesmo, ele estava  on line, cliquei para ele, pensando que ele estivesse lá e que fosse me responder, simplesmente, ele ficou off line. Não sei foi porque caiu ou porque não me deu importância.
Dá vontade de chorar.
Mas não vou chorar ou vou? Como lidar com isso?
Esta música de Raul Seixas talvez alimente minha fé:
Tente outra vez
................................
Queira
Basta ser sincero e desejar profundo
Você será capaz de sacudir o mundo, vai
Tente ou...tra vez


Tente
E não diga que a vitória está perdida
Se é de batalhas que se vive a vida
Tente outra vez.

Eu não posso viver assim. Nestas frustrações, com estas dúvidas.
O medo se aproxima de mim, meu coração está em pânico. Não tenho ninguém para me ouvir. Nem eu quero passar essas angústias, que chegam a ser para mim humilhações. Sim, humilhação do meu  fracasso como mulher, como pessoa até. 

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