domingo, junho 09, 2013

Os autores nunca são condenados...





Já viram que quem sempre questiona e condena  são os homens? Nós, mulheres, podemos até sermos ou favor ou contra, mas nunca condenamos quem faça. Pois é uma questão da intimidade da mulher que sofreu ou um estrupo ou uma relação sem querer, ou não s preveniu. Os homens os autores do ato, com seu esperma irresponsável, nunca são condenados. Por isto, sou contra que esse assunto seja debatido e colocados em lei por religiosos, políticos e por pessoas que são culpadas de alguém cometer este ato.Ainda chamavam essa nojenta fase que as mulheres passaram e morreram inocentemente de "SANTA INQUISIÇÃO" ! E tem gente que quer que volte a condenação das mulheres que optam por este ato! E eles ficam de cima, observando.

Li este texto atual que foi enviado para mim, no Facebook,  de Marcelo Leite, historiador formado pela UFBA e fiquei convicta do meu conceito desde que comecei a pensar sobre o aborto nos anos 70.

Inventaram esse tal de Estatuto do Embrião. 

Agora embrião tem direitos e não pode ser vítima de 

preconceito. 

Daqui a pouco vão inventar o Estatuto do Espermatozóide e criminalizar a punheta, mas ai a gente até leva.

Mas o pior vai ser quando inventarem o Estatuto do Óvulo e quiserem criminalizar a menstruação. Afinal esses evenjas reaças acham que a mulher só serve pra procriar, cuidar da casa e dos filhos.

Passar um mês "fértil" desperdiçando óvulos (potenciais vidas) por ai seria um crime. E mesmo com o casal tentando todo mês, se o espermatozóide não vingar... claro a culpa é da mulher!

Um dos crimes/pecados recorrentes que a Inquisição investigava era o de "depositar a semente no vaso errado" (sexo anal), pois justamente desperdiçavam as "sementes" em vão. Outro dizia respeito ao infanticídio - assassinato de recém-nascidos ou aborto, geralmente praticado pelas mães que não tinham condições de criar, ou por vergonha da "desonra".
As acusadas por esse crime capital (sim elas eram decapitadas ou levadas para a fogueira) eram mulheres, pobres, camponesas, solteiras ou sem pai ou "homem que a cuidasse", e que prestavam trabalho na casa de outras pessoas. Os "pais" das crianças geralmente eram seus patrões que as estupravam - daí a questão da desonra.

Século XV Volver!
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