quarta-feira, maio 22, 2013

A HISTÓRIA DE UM FRUGAL AMOR...QUE PASSOU COMO TANTOS!



Um e-mail passado pra amiga do Rio Grande do Norte num domingo,.. O dia foi 17 de setembro de 2006...

Maria, obrigada por suas palavras, às vezes, penso que sou mesmo uma mulher de 59 anos que não consegue sair da adolescência. Até minha psicóloga, tenho a impressão que ela acha isso. Não consigo superar meus medos, minha insegurança nos meus sentimentos, principalmente na arte de dizer não com determinação e na hora certa. Sou uma eterna romântica que busca no carinho e também no sexo uma proteção. No momento, namoro um senhor de 67 anos, que pensei amar. Porém, tenho medo, pois não sei se o universo está a favor, como todos os outros. A minha solidão é imensa e não gosto dela. Minha vida é assim: procuro me alegrar com tudo, e tudo me distrai, por isto não entro em parafuso. A minha vida está vazia, pois não posso ter o que mais quero: um amor romântico que saia comigo, que viva comigo, enfim um companheiro pra terminar meus dias. Não gosto de ficar sozinha.
Sei que ele não pode ficar sempre comigo, pois é separado, mas não definitivamente o que o prende á família dele, que não aceita a separação. Isto é como eu se não o tivesse como namorado entendeu? Não era isso que eu queria e não posso ter tudo certinho. Deveria aceitar as coisas, pois de um modo ou de outro me sinto bem com ele que não em o mesmo nível que eu em todos os sentidos: escolaridade, cultural e social. Ele é aposentado como eu, mas como ele mesmo diz "sou pião" e por causa de tantos e tantas nunca poderia ser o homem ideal para mim.
Até seu físico não tem nada a ver comigo: é baixinho e tem o tal do bigode que odeio.
Apesar de tudo, gosto dele e de estar com ele. É muito carinhoso e sexualmente é ótimo, não é vulgar. Educado comigo e trata-me super bem.
O QUE VOCÊ ME DIZ DISSO?
Nunca me desabafei tanto com alguém. Desculpe-me se não sou aquela "menina grande" que você pensa. Sou apenas uma pessoa que em busca da minha alegria de viver alguém!




Postar um comentário