sábado, setembro 19, 2009

DUAS POESIAS DE IÓ





LEMBRANÇAS
Em 23/10/2002


Lá vou eu
Voltando há muito tempo atrás...
De quando era estudante
E passei por tantas coisas...
Conheci tantas pessoas
Colegas que passaram por minha vida,
Amigos que foram e outros ficaram,
Mestres que foram pais, amigos leais.
De repente,
Vejo-me diante de uma criatura:
Ela diz meu nome...(?).
Diz meu aniversário – 18 de maio...
“Você não é filha de Doutor Astôlpho?”.
Pergunta sorrindo...
E sempre sorrindo
Faz-me ficar embasbacada, incógnita:
Quem seria ela?
Meu Deus, que memória a minha!
E elas simples, sorrindo sempre, observando minha reação:
Contente por ter-me visto
Diz pra mim, seu nome pequeno,
Lembra do Ginásio do Padre?
Quase por um triz:
LAÍS!...







Derradeiro canto
(De Iolanda Rebouças)
(em Salvador, 21/01/2006)


Ai quem me dera
Poder cantar em outras paragens
Ai que me dera
Ser outra pessoa
Que nunca ficasse a sentir
Que a vida nunca fosse boa.
Ai que me dera
Agarrar tudo com a mão
E colocar bem dentro do meu coração.
Eu sofreria menos
Eu viveria mais...
Ai quem me dera...
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