
Não sou encalhada.
Não sou malamada.
Sou uma mulher avulsa.
Saio com quem eu quero e, geralmente, volto com quem eu não quero. Mas isso é detalhe.
O importante é não alimentar a síndrome da solteirona a perigo.
Perigo, minha gente, é o grau de exigência atingir níveis estratosféricos a perder de vista.
Sim, porque hoje em dia, para um sujeito me convencer a abrir mão da minha vida compras-balada-férias na Bahia e adquirir o direito a uma escova de dentes no meu banheiro, ele precisa preencher pelo menos (eu disse: pelo menos) 3 pré-requisitos básicos:
ser inteligente,
bem-sucedido e
sensível.
Se for fiel, leva também um genial creme pós-barba.
Impossível?
É o que eu sempre digo:
o importante nessa vida é ter fé.